Peelings X Inibição da melanogênese

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Com a chegada dos dias frios, aumenta em nossos consultórios a procura por tratamentos para clarear a pele. Sabemos que as manchas representam uma das principais queixas estéticas, pois conferem à pele um aspecto mais envelhecido e cansado do que a própria ruga.

Os peelings químicos são excelentes recursos para esse fim, pois através deles desprendemos os queratinócitos tingidos, promovendo assim o clareamento. Além disso, proporcionamos mais viço, elasticidade e hidratação para a pele.

Vale lembrar que devemos ter conhecimento do funcionamento do mecanismo de formação da melanina e também dos cosméticos que podem nos auxiliar na inibição desta, sempre que o objetivo for o clareamento da pele.

Os melhores resultados no processo de clareamento são obtidos ao estabelecermos estratégias para a inibição da melanogênese. Eu, como profissional apaixonada por peelings, pude observar o incremento dos meus resultados a partir do momento em que comecei a utilizar estas estratégias. Além do mais, manter os resultados é tão importante e desafiador quanto o clareamento em si, sendo que para isso é necessário manter a inibição da melanogênese.

Portanto, para trabalharmos com responsabilidade com os peelings,  além de dominarmos as técnicas a serem empregadas, é de suma importância dominarmos o conhecimento da fisiopatologia estética que estamos trabalhando para reverter.

 

Profª Silvana Simão Professora Ibeco, Esteticista, Especialista em Cosmetologia Clínica, Curso de Extensão pela Universidade Européia de Madrid em técnicas estéticas fisioterapêuticas faciais e corporais.

Profª Silvana Simão
Professora Ibeco, Esteticista, Especialista em Cosmetologia Clínica, Curso de Extensão pela Universidade Européia de Madrid em técnicas estéticas fisioterapêuticas faciais e corporais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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